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quinta-feira, 20 de setembro de 2018

EM SÃO PAULO - LADRÃO DÁ FACADA EM BEBÊ DE 3 MESES DURANTE ASSALTO, PORQUE A MÃE NÃO TINHA CELULAR


Apesar dos tantos casos que são noticiados diariamente, é impossível não se espantar com a crueldade dos criminosos. Neste final de semana, uma bebê de apenas 3 meses levou uma facada no braço em um assalto na rua Luiz Bagnol, na Vila Antártica, em Bauru. “Ele veio para dar a facada em cheio, mas eu consegui puxá-la”, conta a mãe da menina, uma mulher de 30 anos e que também foi ferida.

O crime ocorreu em plena manhã de sábado. Era por volta das 10h quando a mãe, com a bebê no colo (as identidades das vítimas serão preservadas por questões de segurança), voltava do mercado para casa e foi abordada por uma dupla em uma CG Titan vermelha. “O garupa desceu e já veio para cima de mim. Ele me deu um empurrão e pediu o celular e o dinheiro”, relata.

Ela entregou R$ 50,00, contudo, não estava com o seu celular. “Eu disse que não estava com o celular. Foi então que ele deu uma facada no meu braço esquerdo e saiu. Eu não reagi em momento algum. Só dizia que estava sem o celular”.

Após ferir a mãe e pegar o dinheiro, o bandido se afastou e foi em direção à moto, onde o comparsa o esperava. O ataque havia terminado? Não. Provavelmente irritado por não ter conseguido o celular, o homem voltou para esfaquear o bebê. “Ele voltou só para isso. Veio com tudo. Eu realmente achei que ele ia matar minha filha. Passou tanta coisa pela minha cabeça. Eu consegui puxá-la e acertou o bracinho direito”.

Só então que o criminoso subiu na moto e a dupla fugiu do local. “Eu não conseguia fazer nada. Não conseguia ligar para polícia. Fiquei em choque. Só consegui acionar meu tio e minha sogra”, lembra.

Mãe e filha foram atendidas, respectivamente, no Pronto-Socorro Central (PSC) e no Pronto Atendimento Infantil (PAI). A mulher teve uma sutura com quatro pontos no braço esquerdo e a bebê, três pontos no braço direito.

O caso foi registrado na Central de Polícia Judiciária (CPJ) e será investigado. “Tomara que peguem os dois logo. Eu nunca imaginava que algo assim pudesse ocorrer, ainda mais de dia. Como sair de casa agora?”, pergunta a mãe. Questionamento igual ao de muitos bauruenses diante de casos absurdos assim.

JCNET

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