ERGO 30

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quinta-feira, 11 de agosto de 2016

ACUSADO DE MATAR ESPOSA E ESCONDER CORPO É CONDENADO A 23 ANOS

O homem acusado de matar a esposa e esconder o corpo em um tonel no quintal de casa, no bairro de Ponte dos Carvalhos, no Cabo de Santo Agostinho, foi condenado a 23 anos de prisão nesta terça-feira (9). Wellington Rodrigues de Araújo havia confessado ter estrangulado a ex-companheira Jacielma Vieira dos Santos em novembro de 2014. 

Wellington foi condenado por homicídio qualificado – por usar recurso que impossibilitou a defesa da vítima - a 22 anos, dois meses e 23 dias. E também pelo crime de ocultação de cadáver a um ano, seis meses e 15 dias. A defesa recorreu em plenário. O réu foi reencaminhado para o Complexo Prisional do Curado, onde se encontrava preso, na Zona Oeste.

Segundo a denúncia do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), Wellington Rodrigues de Araújo desferiu um golpe de faca contra o pescoço de sua companheira, que faleceu em decorrência da lesão. O crime aconteceu no fim de setembro de 2014, no interior de sua residência, situada na rua 05, nº 46, no 1º andar, no Loteamento Ilha, em Pontes dos Carvalhos.

O acusado ainda enrolou o corpo de Jacielma com um tapete, colocou-o dentro de um tonel, cobriu com areia retirada do quintal e lacrou com silicone e arame. O corpo da vítima foi encontrado, no tonel, na área de serviço da residência, em março de 2015.

Wellington procurou a polícia para confessar o crime no dia 9 de março de 2015. Após o assassinato, em 2014, ele fugiu para São Paulo, onde permaneceu até retornar a Pernambuco e assumir o assassinato.

Wellington é acusado por homicídio duplamente qualificado e ocultação de cadáver.

Júri

A sessão teve início às 9h40 com o sorteio dos sete jurados que compuseram o Conselho de Sentença. Em seguida, houve a leitura da denúncia pelo juiz Luiz Carlos Vieira Figueiredo. Depois, o interrogatório do réu e a ouvida de três testemunhas, duas de acusação e uma de defesa.

Na sequencia, começou o debate entre acusação e defesa. Por fim, os jurados recolheram-se em sala reservada para responder aos questionamentos e decidir se o réu seria condenado ou absolvido. Às 17h, o juiz prolatou a sentença.


Folha PE

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